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O podcast da BLITZ. Lia Pereira, Luís Guerra, Mário Rui Vieira e Miguel Cadete trazem-lhe factos, opiniões e inconfidências, com convidados especiais. Música e tudo à volta. Todas as quintas-feiras
O podcast da BLITZ. Lia Pereira, Luís Guerra, Mário Rui Vieira e Miguel Cadete trazem-lhe factos, opiniões e inconfidências, com convidados especiais. Música e tudo à volta. Todas as quintas-feiras
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Episoade
Toy: “Dei ao meu pai a possibilidade de rever o irmão que não via desde os 18 anos. Choradeira ao nível daqueles programas de TV”
AscultateÁlvaro Covões: “Todos sabem que a Cultura é dominada pela esquerda. Se um dia ganha um partido à direita do Chega, tem o poder na mão”
Ascultate“Francisco Soares? Não sei quem é. Gostava de o conhecer um dia. A minha família já me chamava Kiko antes de o Kiko is Hot nascer”
AscultateMaria Luiza Jobim: “Sim, eu sou uma ‘nepo baby’, uma super ‘nepo baby’, não há como negá-lo. Nada do que vem do meu apelido é um fardo”
AscultateInês Meneses e Tozé Brito: “Conhecemo-nos no Festival da Canção. Eu estava numa ponta, o Tozé noutra, ao pé do Markl. Quando ouvimos o Salvador, arrepiámo-nos logo”
AscultateNeste episódio, Inês Menezes e José Brito mergulham em memórias partilhadas através do livro 'Ao Fim do Dia', explorando temas como o exílio em Londres, a disciplina na escrita e a seletividade nas amizades. A conversa percorre trajetórias entre Portugal e a Inglaterra, abordando desde a experiência na rádio e na música até as transformações culturais e sociais. A discussão evolui para reflexões profundas sobre a desumanização tecnológica, a importância do contacto humano e a nostalgia musical. Os interlocutores analisam a evolução da indústria do entretenimento, a força da melancolia na cultura portuguesa e o impacto emocional de grandes figuras da arte, encerrando com uma celebração da música e da poesia.
Luísa Sobral: “Faço 40 para o ano e sou bombardeada com vídeos de rugas. Deixem-me em paz! Não quero fazer botox”
AscultateMário Riviera entrevista a cantautora Luísa Sobral sobre o seu novo single 'Felicidade' e o álbum 'Cartas de Desamor', explorando temas como o processo de desbloqueio criativo, a relação com a tristeza e a experimentação musical. A conversa aborda também a sua jornada de reencontro da identidade após uma separação, a maternidade e a transição da música para a escrita de crónicas e literatura infantil. A artista reflete ainda sobre o impacto das redes sociais, a era da imagem e a importância da palavra, partilhando memórias da sua evolução artística, desde a experiência académica nos Estados Unidos até ao legado de 'Amar pelos Dois'. O episódio encerra com notícias do panorama musical e uma agenda de concertos.
Pedro Abrunhosa: “Para criar é preciso ter sido parido, ter medo da morte, saber o que é um orgasmo, ficar eufórico com um clube de futebol”
AscultateNeste episódio, exploramos a identidade cultural do Porto através de memórias do Rivoli e do Coliseu, abordando a resistência popular e a importância da autonomia cultural e económica da cidade. O convidado reflete sobre a música como expressão do espírito de uma época e a sua proximidade linguística com a Galiza. A conversa avança para o impacto das redes sociais na mobilização cívica e a importância de narrativas baseadas em realidades urbanas. Por fim, debate-se a essência da criatividade humana face à inteligência artificial, a profundidade poética de Bob Dylan e o profundo sentimento de pertença à comunidade portuense.
Fernando Ribeiro (Moonspell): “O Ricardo Araújo Pereira telefonou-me a dizer que queria uma versão heavy metal do Noddy. Eu não tinha filhos e fui ver o que era”
AscultateNeste episódio, Fernando Ribeiro, vocalista dos Moonspell, discute o novo álbum 'Far From God', detalhando o processo criativo, a importância da presença física na produção e o desejo de evitar uma postura de banda de legado. A conversa expande-se para reflexões profundas sobre política, criticando a polarização e defendendo a música como um espaço de narrativa pessoal e resistência ao ruído social. A discussão percorre temas complexos como a crise do liberalismo, o impacto de boicotes artísticos e a evolução da cena metal portuguesa e europeia. O diálogo aborda desde memórias de turnés internacionais e tensões no black metal norueguês até reflexões sobre religião, filosofia e a vulnerabilidade da infraestrutura nacional perante desastres naturais.
Bárbara Tinoco: “Há unicórnios como a Carolina Deslandes, que adora estar grávida, e depois eu, que odiei. Liguei-lhe a dizer ‘isto não é o que me vendeste’”
AscultateMário Riviera entrevista a cantora Bárbara Tinoco sobre o seu novo álbum, 'Hormonal', explorando as transformações emocionais e físicas da maternidade e o processo criativo durante a gravidez. A conversa aborda a sua nova identidade como mãe da Masha, a influência de produtores e a evolução musical da artista, desde as raízes no heavy metal até à busca por uma sonoridade mais teatral. A conversa também percorre temas como a vulnerabilidade no processo artístico, as suas experiências em grandes palcos como a MEO Arena e os planos para futuros espetáculos. O episódio encerra com notícias sobre o panorama musical, incluindo o Rock in Rio Lisboa e a Eurovisão.
Teresinha Landeiro: “Vi metaleiros a chorar no meu concerto no Alive. Às tantas estou a cantar um fado super pesado e dramático e eles a abanar a cabeça”
AscultateNeste episódio, a fadista Jacinda Landeiro partilha o processo criativo do seu novo álbum, inspirado nas obras do pintor Alfredo Luz e em influências literárias. A conversa percorre as suas origens musicais, a importância da família no seu percurso e as memórias marcantes de figuras como Celeste Rodrigues e Raquel Tavares. A artista discute também a sua visão pragmática da música, abordando a inovação no fado através de colaborações com nomes como Dino D'Santiago e Amaro Freitas. O episódio encerra com reflexões sobre o legado familiar, a projeção internacional do fado e o papel da música como refúgio cultural.
Santos & Pecadores: “O Rui faz-nos uma falta enorme. Pensamos ‘será que somos ingratos?’, mas ele fazia muita força para que voltássemos”
AscultateA banda Santos e Pecadores apresenta o seu novo projeto, 'Estas Canções Falam Por Si', um intercâmbio de repertório com outros artistas portugueses que visa conectar gerações e celebrar a música nacional. Através do formato podcast, os músicos exploram a sinergia artística e a reinterpretação de clássicos. A conversa aborda ainda as transformações na indústria musical, a transição de bandas para artistas individuais e as vivências pessoais dos membros durante o período de hiato. O episódio reflete sobre a resiliência após crises, a importância da democracia no processo criativo e a missão de manter viva a memória de colegas e a ligação emocional com o público.
Teresinha Landeiro: “Vi metaleiros a chorar no meu concerto no Alive. Às tantas estou a cantar um fado super pesado e dramático e eles a abanar a cabeça”
AscultateNeste episódio, a fadista Jacinda Landeiro partilha o processo criativo do seu novo álbum, inspirado nas artes plásticas de Alfredo Luz e em influências literárias. A conversa percorre a sua trajetória musical, desde as memórias da infância e o impacto de cantar com a Ana Moura, até à aplicação de uma visão pragmática e estratégica na sua carreira. A artista discute também a importância da inovação no fado, as colaborações com músicos como Amaro Freitas e Dino D'Santiago, e a sua profunda admiração pela lendária Celeste Rodrigues. O programa encerra com reflexões sobre o legado familiar, a importância da música como refúgio e uma análise sobre a Eurovisão.
Especial Santos & Pecadores com Marisa Liz: “Conhecemo-nos no programa do Marco Paulo. Eu estava lá porque fazia parte dos Onda Choc”
AscultateMário Riviera apresenta o projeto 'Estas Canções Falam Por Si', uma colaboração entre a banda Santos e Pecadores e a cantora Marisa Lix. Os artistas discutem a origem da iniciativa, o processo de reinterpretação de canções e a conexão emocional e artística entre as partes. A conversa aborda a importância da expressão emocional na música, partilhando memórias de encontros musicais e detalhando o processo de criação. Os músicos exploram como a experiência pessoal influencia a composição atual e a profundidade de vozes distintas em uma mesma obra.
Bonga: “A minha geração não levava desaforo para casa. Uma senhora é agredida na rua, há logo 10 homens e quem bateu vai sair dali torto”
AscultateNeste episódio, o cantor Bonga partilha uma jornada profunda que atravessa a sua infância em Angola, a sua transição para o atletismo profissional e a sua trajetória musical internacional, passando por Paris e o Brasil. Ele relembra momentos cruciais como a gravação do álbum 'Angola 72' e o seu papel como mensageiro político durante a luta pela independência. O cantor reflete também sobre os desafios de Angola, abordando as consequências da guerra, a importância da preservação da língua Quimbundo e a sua resistência ao comercialismo na indústria musical. Bonga encerra com reflexões sobre a coesão social, a paternidade tardia e a universalidade da sua obra, reafirmando o seu compromisso com as suas raízes.
Especial Santos & Pecadores com Delfins: “Fui ter com a malta à Baía de Cascais e ouço uma voz ao fundo. Pensei: 'Parece Bryan Adams!'”
AscultateNeste episódio, os membros da banda Santos e Pecadores e os músicos dos Delfins, Miguel Ângelo e Fernando Cunha, discutem o projeto musical 'Estas Canções Falam Por Si'. Eles relembram a história de intercâmbio entre os grupos, a influência dos Delfins no início da carreira dos Santos e Pecadores e o encontro orgânico entre os músicos em Cascais nos anos 80. A conversa explora memórias sobre o início das carreiras, a importância da atitude e da colaboração entre gerações, e o impacto de grandes concertos nos anos 90. O projeto de reinterpretações é apresentado como um catalisador para uma nova fase criativa, celebrando o cruzamento de várias gerações de músicos.
Vizinhos: “Temos um grupo no WhatsApp com os Bandidos do Cante, os Descendentes, o Trigacheiro e o Buba. Chama-se ‘só se estraga uma casa’”
AscultateNeste episódio, David Mendonça e os membros do Grupo Vizinhos partilham a trajetória de sucesso inesperado da banda, desde a criação orgânica do single 'Pôr do Sol' ao impacto das redes sociais. A conversa explora a profunda ligação do grupo às suas raízes no Alentejo, o processo criativo do álbum 'Só Se Estraga Uma Casa' e a importância da identidade cultural regional. Os convidados discutem também a evolução pessoal e profissional de cada integrante, a magia do acordeão e os desafios de conciliar a vida familiar com a fama repentina. O episódio encerra com reflexões sobre o sonho de tocar em palcos emblemáticos como o Coliseu e os planos futuros para aproximar a banda do seu público através de momentos mais íntimos.
Especial Santos & Pecadores com Camané: “Quando o Camané canta, percebe-se a palavra portuguesa. Hoje muitos fadistas esquecem-se disso”
AscultateThis episode features a conversation with the Portuguese band Santos e Pecadores and the singer Camané regarding their collaborative project 'Estas canções falam por si'. The discussion explores the band's return after a 13-year hiatus and the creative process of reinterpreting each other's songs. Camané shares personal reflections on his musical roots in fado, his early struggles with stage fright, and his experience blending fado with pop. The conversation also covers the history of the 'Santos e Pecadores' project, the challenges of radio airplay for genre-blending music, and future plans for new musical creations.
Mão (Paulo Pedro Gonçalves e DJ Vibe): “Nos Heróis do Mar deram-nos dinheiro para gravar um disco, comprar roupa, instrumentos. Hoje vais a uma editora e mandam-te pagar a capa”
AscultateNeste episódio, os músicos do projeto Mão discutem a origem da banda, o processo de gravação do seu novo álbum instrumental e a sua profunda ligação ao vinilo e à identidade portuguesa. A conversa expande-se para uma exploração da formação musical através de lojas de discos e as memórias da era LX90, abordando desde encontros inusitados com ícones como Ian Dury até as dificuldades técnicas de concertos passados. O debate percorre ainda a evolução da indústria musical, criticando a padronização sonora e o impacto do streaming na música de clube. O episódio encerra com reflexões sobre a vida noturna de Lisboa, a história da icónica loja Torpedo, polémicas sobre o cancelamento de concertos e um momento de leitura poética.
Especial Santos & Pecadores com Tim: “Os Xutos perderam o Zé Pedro e nós perdemos o Rui Martins, ganhou logo sentido esta colaboração”
AscultateOs músicos da banda Santos e Pecadores discutem o processo de revitalização criativa através da colaboração com o projeto Clã, explorando a importância da dinâmica de banda para a longevidade musical em contraste com a ascensão de carreiras solo. O episódio aborda a transição da indústria musical para artistas individuais e o impacto de sucessos marcantes na identidade de um grupo. A conversa explora a natureza da música, a ideia de que uma canção pertence a quem a canta e ao público, e partilha anedotas de estrada e concertos passados, incluindo memórias de gravações e experiências inusitadas em digressões.
Edmundo Inácio: “A minha bisavó fazia Monchique-Portimão a pé com um carrinho para vender requeijões. Agora, a aldeia dela está vazia”
AscultateNeste episódio, o artista Edmundo Inácio discute o lançamento do seu segundo álbum, 'Vida de Cão', abordando a sua evolução como compositor, a importância da identidade visual e a sua trajetória musical marcada por experiências no Reino Unido e no The Voice. O artista partilha reflexões sobre resiliência, a influência da família e as suas raízes no Algarve. A conversa explora temas como a importância de valorizar as próprias raízes através da distância, o impacto das redes sociais na música e o compromisso com temáticas sociais no seu novo trabalho. O episódio encerra com uma leitura da canção 'Carta' e o anúncio de concertos de solidariedade.
Especial Santos & Pecadores com Luís Trigacheiro: “Voltar só para dar concertos não chega. Queremos trazer algo mais, não só revivalismo”
AscultateNeste episódio, os membros da banda Santos e Pecadores apresentam o projeto 'Estas Canções Falam Por Si', uma colaboração com Luís Trigacheiro que foca na interpretação autêntica e na fusão de estilos, evitando o simples cover. A conversa explora o processo criativo do álbum 'Voar', a renovação de géneros como o canto alentejano e a importância de manter a identidade musical. O programa aborda ainda a relação de aprendizagem entre mestre e aluno, com destaque para a integridade de Marisa, e reflete sobre o legado e a longevidade de projetos musicais e os desafios de diferentes gerações.
Fernando Alvim: “Quero ser um facilitador mas esqueçam lá o Marques Mendes. O Júlio Isidro tem de ter sucessão e o novo Júlio posso ser eu”
AscultateNeste episódio, Luís Guerra entrevista Fernando Alvim sobre a 30ª edição do Festival Termómetro, revisitando a sua história desde 1994 e o seu papel como plataforma para artistas portugueses. A conversa explora a evolução tecnológica na música, abordando o impacto da inteligência artificial e a dificuldade de distinguir o talento real da edição digital. A discussão aprofunda-se na relação entre música, política e ética, refletindo sobre a cultura do cancelamento, a autocensura e a dificuldade de separar a obra do caráter do artista. O programa encerra com memórias de entrevistas marcantes, reflexões sobre a espontaneidade na performance contemporânea e uma leitura de poesia.
Paulo de Carvalho e Agir: “Como ainda não temos maturidade de dizermos um ao outro ‘gosto de ti’, pode ser que com a música seja mais fácil”
AscultateUma conversa íntima entre Manuel Paulo Carvalho e o seu filho Agir sobre o concerto conjunto 'Bernardo e Manuel Paulo' no Coliseu dos Recreios, explorando a preparação do espetáculo, a dinâmica entre pai e filho e a música como elo de ligação. A discussão expande-se para temas de identidade artística, a influência da educação musical e valores familiares, abordando também reflexões sobre o impacto das redes sociais na saúde mental, a responsabilidade individual e o entusiasmo pela vida e pela profissão.
António Zambujo: “Quando vou ao Alentejo não vejo um berço de fascistas, obviamente. Há um voto de protesto, um abre-olhos. Espero eu”
AscultateNeste episódio, António Zambujo detalha o processo de criação do seu novo álbum, 'Oração ao Tempo', explorando a sua ligação à música brasileira, a colaboração com Caetano Veloso e a sua filosofia de viver sem pressa. O músico reflete também sobre as suas raízes no Alentejo, a importância da poesia nos seus concertos e a experiência de gravar de forma orgânica. A conversa aborda ainda a produção em estúdio, a relação com o público e a sua identidade como lisboeta. O programa encerra com uma agenda de concertos de diversos artistas e uma leitura literária de João Paulo Esteves da Silva.
Midus: “Ninguém sabia que eu tinha sido vocalista de uma banda até que um jornalista ensinou a Mel C das Spice Girls a cantar o ‘Cristina’”
AscultateNeste episódio, exploramos a trajetória de uma artista que partilhou a sua jornada musical, desde a infância autodidata e a exploração de sons domésticos até à construção de uma carreira como musicista de sessão em Londres. A conversa aborda a importância do 'feeling' e da personalidade sobre a técnica pura, refletindo sobre influências e o impacto da tecnologia e da IA na música. A narrativa percorre também as suas raízes no rock português, a formação de bandas e a transição para a carreira solo. Além da música, o episódio aborda a sua formação em nutrição e naturopatia, discutindo hábitos saudáveis, medicina natural e a importância do toque humano na arte e na saúde.
João Melo (A Fúria do Açúcar): “Passei grande parte da vida a tentar agradar, não me sentia integrado em nada. Experimentei substâncias, mas davam-me dor de cabeça”
AscultateNeste episódio, o convidado percorre uma trajetória marcada por memórias de infância em Vila Franca de Xira e Alhandra, explorando a sua profunda relação com a música, desde a influência de José Afonso até à sua carreira no rock e na vida noturna dos anos 80 e 90. A conversa aborda a evolução da sua identidade artística, passando pelo projeto Folha do Açúcar e a banda Primitive Reason, até às reflexões sobre a indústria musical e a transição para novos formatos. A conversa expande-se para temas existenciais e sociais, incluindo as lições psicológicas aprendidas durante o isolamento no Big Brother, a importância da consciência histórica e a crítica à superficialidade da era digital. O episódio encerra com reflexões sobre a maturidade artística, a influência dos Beatles e a capacidade de projetar o futuro através da compreensão do passado.
António Manuel Ribeiro: “Um dia o Júlio Isidro diz: ‘Chega, temos de tirar os UHF do 1º lugar’. Fiquei muito chateado, mas nunca disse nada”
AscultateNeste episódio, António Manuel Ribeiro, vocalista dos UHF, partilha uma viagem profunda pela história da banda, desde o projeto 'UHF Underground' e as memórias dos primeiros concertos até ao impacto da violência policial e da carga sociológica nas suas letras. A conversa explora as experiências internacionais ao lado de ícones como os Ramones, a relação com a política portuguesa e os desafios de uma carreira marcada por sucessos meteóricos e crises profundas. A discussão expande-se para reflexões sobre a atualidade, abordando temas como o populismo, a polarização política, a geopolítica global e a importância da democracia. O episódio encerra com memórias da música portuguesa, novidades editoriais da Blitz e o regresso de outros projetos como os Rádio Macau.
Carlos Mendes: “Eu estava em cuecas, à procura das calças, vejo um vulto passar e digo: ‘este gajo é o Paul McCartney de certeza absoluta’”
AscultateNeste episódio, Carlos Mendes celebra 60 anos de carreira com a nova coletânea 'Arquiteto de Sons', revisitando memórias da sua infância sob o regime do Estado Novo e as influências musicais que moldaram a sua trajetória. O músico partilha momentos marcantes da sua vida profissional, desde a irreverência da banda The Shakes e a influência dos Beatles, até à sua vitória no Festival da Canção em 1968 e a experiência na Eurovisão em 1972. A conversa explora também o impacto político da música, abordando as vivências durante o 25 de Abril, o papel de delegado sindical e a fundação da editora Toma Lá Disco. Carlos Mendes reflete ainda sobre a natureza da arte, as suas conexões com figuras como Mário Soares e Eusébio, e a emoção de ver a sua música transcender fronteiras geográficas.
Ricardo Ribeiro: “Levanto-me às 6 da manhã para ir ao ginásio, cheio de frio. Hoje não tinha vontade nenhuma, mas fui. Aceito o sofrimento”
AscultateNeste episódio, o fadista Ricardo Ribeiro apresenta o seu novo álbum, 'A Alma Só Está Bem Onde Não Cabe', discutindo as suas influências mediterrâneas, a relação com a tradição do fado e a importância da experimentação artística. A conversa explora a natureza da composição, a espontaneidade no palco e a filosofia de servir à música e à poesia. A discussão aprofunda-se em temas como o estoicismo, a disciplina e a responsabilidade individual sobre as próprias 'sombras'. O programa aborda também questões de saúde, como a obesidade e a jornada de perda de peso, as semelhanças entre o fado e o flamenco, e encerra com reflexões sobre paternidade, cultura e a agenda de concertos.
“A paciente entra na consulta e diz: ‘O doutor é dos Quatro e Meia? Não vim à cirurgia porque fui ver um concerto seu’”
AscultateNeste episódio, os músicos Tiago Nogueira e Mário Ferreira, da banda Os Quatro e Meia, partilham a trajetória do grupo, desde as origens no universo das tunas académicas e a profissionalização através da agência Primeira Linha até ao novo ciclo musical mais acústico. A conversa explora a dinâmica democrática da banda, a importância de conciliar carreiras profissionais com a paixão pela música e o papel das tradições culturais de Coimbra. A conversa aborda ainda temas diversos, como as memórias de infância entre a Alemanha e Portugal, reflexões sobre o negacionismo científico e o impacto social da música. O episódio encerra com relatos sobre os desafios recentes da região de Coimbra perante as cheias, experiências no Festival da Canção e uma reflexão poética sobre a identidade humana.
Anjos: “O processo da Joana Marques está feito, está decidido. Pensámos em recorrer, mas não vale a pena. Concordamos? É outra história”
AscultateNeste episódio, os irmãos Nelson e Sérgio Rosado, da dupla Anjos, partilham uma conversa profunda sobre a sua trajetória musical e pessoal. O debate aborda desde o encerramento de processos judiciais mediáticos e as origens na Academia de Música até às memórias de infância, viagens marcantes pelo mundo e o impacto da tecnologia e da inteligência artificial na criatividade. A conversa explora também o lado mais complexo da fama, incluindo relatos de perseguição e o sucesso no mercado brasileiro, culminando em reflexões sobre a ligação emocional com os fãs, a importância da solidariedade perante catástrofes naturais e os planos para o futuro da banda.
Mitó: “Nos anos 90, ser jovem e cantar fado era como ter 20 anos e cantar pimba”
AscultateNeste episódio, a cantora Mitó discute a trajetória da banda Cara de Espelho, abordando o lançamento do seu segundo álbum, o processo de construção de personagens através da música e o papel da música de intervenção na sociedade. A conversa explora a maturidade artística e a integração de novos projetos aos 50 anos. A convidada partilha ainda reflexões sobre a sua evolução pessoal e profissional, conciliando a música com a prática da medicina chinesa e do biomagnetismo. O diálogo percorre memórias de Alfama, o impacto da gentrificação em Lisboa, o legado de João Agualdela e os desafios da hiperconectividade digital na atualidade.
Dino D’Santiago: “Como é que alguém pode dizer que eu não amo Portugal? Amo este país mais do que tudo”
AscultateMário Rui Vieira entrevista o músico Dino Santiago sobre o álbum 'Crioulo, Amaro e Dino', explorando as raízes africanas e a intersecção entre música e artes visuais. O diálogo percorre temas como a identidade afro-diaspórica, a importância de Portugal como porta de entrada para artistas brasileiros e a exposição 'Portal do Retorno'. A conversa aprofunda-se em reflexões pessoais sobre paternidade, saúde mental, o papel da escrita e a superação do ego através da vulnerabilidade. O episódio encerra com discussões sobre o impacto da inteligência artificial na arte, compromisso político e uma leitura poética sobre resistência e legado.
Primitive Reason: “Cabiam 300 e de repente havia pessoas por cima de pessoas. Penduradas no candelabro, na porta da casa de banho...”
AscultateNeste episódio, os membros da banda Primitive Reason relembram a trajetória da sua carreira, desde os primórdios DIY e a produção do álbum 'Alternative Prison' até à expansão internacional e turnês nos Estados Unidos. A conversa aborda a dinâmica das subculturas musicais dos anos 90, a experiência de tocar em locais icónicos e o impacto de prémios nacionais na sua identidade musical. O convidado partilha ainda memórias da sua época em Londres, a fundação da Caminari Records e reflexões sobre a filosofia de 'louco controlado'. O debate estende-se a temas contemporâneos, como o impacto da inteligência artificial na música e a análise da cena musical atual, destacando bandas de punk e rock.
Carlos Alberto Vidal: “Já sou avô de verdade. Além dos milhares de netos do Avô Cantigas, tenho o Estêvão e a Aurora”
AscultateMário Rui Vieira entrevista Carlos Alberto Vidal, o Avô Cantigas, numa conversa profunda sobre a sua trajetória musical e pessoal. O episódio explora desde as suas raízes na Lousã e as influências dos Beatles e Zeca Afonso, até à criação da icónica personagem Avô Cantigas e o impacto de sucessos como 'O Fantasminha Brincalhão'. A conversa aborda ainda a espiritualidade presente no álbum 'Shangri-La', as memórias de uma carreira que passou pelo conservatório e pelo Festival da Canção, e as reflexões do músico sobre a liberdade dos anos 70 em contraste com a atualidade. O episódio encerra com perspetivas sobre novos projetos musicais e a sua filosofia de vida.
Os mais ouvidos de 2025, com Marco Rodrigues: “Em Moscovo as pessoas andam com a cabeça para baixo, ninguém olha ninguém. Mas vi pessoas a chorar no meu concerto”
AscultateOs mais ouvidos de 2025, com Mickael Carreira: “Estava a voltar de um concerto, parei e comprei um ramo de flores. Porque ela merece: a Laura é uma mulher incrível e uma mãe do caraças”
AscultateOs mais ouvidos de 2025, com Rosinha: “Num concerto no Algarve disse: ‘esse senhor de camisa às riscas pode repetir o que disse aos seus colegas?’ Sou boa a ler lábios”
AscultatePedro Abrunhosa: “Conduzir um Uber não é propriamente ser empreendedor, é ser explorador de si próprio. O patrão nem sequer tem cara”
AscultateRoberta Medina: “Em Portugal é uma maluquice: ir a um concerto de 2 horas é mais caro do que ver 20 artistas num dia. É para discutir?”
AscultateNAPA: “Não fomos gozados pelo sotaque porque normalmente imitam o dos Açores. Só o Herman é que consegue fazer um bom sotaque da Madeira”
AscultateSara Correia: “Eu não escolhi nascer no sítio onde nasci, nem de pais separados. Mas há uma decisão para a vida: queremos ser mais ou não?”
AscultateTiago Bettencourt: “Ainda anteontem me perguntaram pelos Toranja. E eu digo: ‘ten million dollars’. Se me pagarem bem, acho que sim”
AscultateManuel João Vieira: “Uma vez disseram-me: ‘vim do Algarve com o meu filho para vê-lo e nem um palavrão.’ Pedi desculpa e cantei a ‘Marilu’”
AscultateTrovante: “Os editores de Trovante foram connosco ouvir o disco ao estúdio e disseram: ‘É lamentável, não há um único êxito.’ Estava lá o ‘125 Azul’”
AscultateTim Bernardes: “Tinha uns 9 anos quando os meus pais me chamaram e me disseram: isto é o Napster, baixámos umas músicas para você”
AscultateRaquel Tavares: “Saí do Café Luso, tinha aí 18 anos, vinha de xaile com brincos e ouço dois rapazes atrás de mim: ‘Essa não, que é fadista’”
AscultateDelfins: “Desci a bancada de Alvalade vestido de golfinho e com um ‘very light’ aceso. Fiquei com a manga do fato toda queimada”
AscultateGeneral D: “Não adianta ter um negro ou negra no PS, no PSD, no PCP. Todos os partidos agora querem um negrinho ali. Para nós, nada muda”
AscultateSamuel Úria: “O que me torna singular está nos meus defeitos, porque não sou virtuoso em nada do que faço”
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